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É ilegal tributação sobre saldo positivo apurado pelo método da equivalência patrimonial

A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que é ilegal a tributação dos lucros auferidos por empresas coligadas ou controladas pelo contribuinte no exterior, pelo resultado positivo da avaliação de investimento feita pelo método da equivalência patrimonial. A Segunda Turma considerou que somente a parte do resultado da equivalência que corresponde a lucro real pode ser passível de recolhimento do Imposto de Renda sobre Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição sobre o Lucro Líquido (CLSS), e não as variações de patrimônio apuradas.

Unidade com que o segurado contratou o plano deve responder ação pela não autorização de exame

A responsável por responder ação de indenização pela não autorização de exame é a unidade com que o segurado contratou o plano, não a unidade que deixou de atender o paciente, ainda que esta integre o mesmo grupo operador de plano saúde. A decisão é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que proveu recurso movido pela Unimed Curitiba. A Turma acompanhou, por maioria, o voto do relator do recurso, ministro Massami Uyeda.

Confirmada condenação de pai que torturou filho de um ano no Oeste de SC

A 2ª Câmara Criminal confirmou sentença da comarca de Chapecó que condenou L. B. R. dos S., à pena de cinco anos e quatro meses de reclusão, em regime fechado, pelo cometimento do crime de tortura contra o filho, à época com um ano de idade. Junto com a mulher, ele recebeu a pena após ação criminal em que foram acusados de torturar o filho de um ano, fato praticado na frente de outro filho de cinco anos.

Inquérito contra Tatico segue para primeira instância

O ministro Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal, determinou o envio do inquérito que apura a suposta prática do crime de falsidade ideológica pelo ex-deputado federal José Fuscaldi Cesílio (PTB-GO), o Tatico, para a primeira instância. Segundo o ministro, o STF não tem mais competência para julgar o caso, uma vez que a Procuradoria-Geral da República informou que o político não concorreu a cargo eletivo para a Legislatura 2011-2015.

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